<diatese-0> Da Psicologia à Noologia - Revisão :sexta-feira, 18 de Novembro de 2005

O POTENCIAL ENERGÉTICO DOS NÚMEROS 2, 5 E 7

7 BIÓTOPOS PARA A TERAPIA SUBLIME

NA FRONTEIRA PSICOSOMÁTICA

 

Lisboa, 25/11/ 1997 - Se, para efeitos de patologia humana, conseguirmos classificar os seres humanos, na sua múltipla heterogeneidade, em 7 tipos ou biótipos, e a cada um desses biótipos corresponder o complexo vibratório (a quintessência floral) capaz de o equilibrar em profundidade, teríamos descoberto o segredo de Polichinelo, ou seja, o núcleo fundamental da terapia vibratória e, portanto, de toda a terapia humana.

Teríamos encontrado a «panaceia universal». O elixir para sempre.

Teríamos acertado, finalmente, no alvo e no âmago da medicina vibratória ou medicina sagrada.

Teríamos encontrado o princípio decisivo da cura iniciática ou terapia sublime.

2 - Fugindo, por um lado, à complicação sintomatológica da alopatia - caos onde proliferam milhares de doenças - e fugindo por outro lado a uma segunda ameaça de caos que é a terapia individual - cada doente é um caso - o postulado dos 7 biótipos reduz toda a patologia a 7 combinatórias diferentes dos 7 centros endócrinos.

Falando de centros endócrinos, algumas associações energeticamente significativas podem surgir :

3 - As 7 combinatórias (biótipos, diáteses, predisposições ou tendências) não excluem o binómio yin-yang, que se pode traduzir pelo binómio funções/disfunções (usado em oligoterapia) ou pelo Solve/Coagula da tradição alquímica.

Aliás, em terapia todos os números têm o seu próprio potencial: nem só o 7, nem só o 2, mas todos os números.

4 - Quando elegemos a combinatória de 7 temperamentos, biótipos, diáteses, tendências, predisposições, terrenos ou caracteres, estamos a aplicar o potencial energético do número 7.

Quando elegemos o binómio yin-yang, estamos a utilizar o potencial energético do número 2.

Quando elegemos a combinatória das 5 esferas energéticas segundo a medicina tradicional chinesa (chamadas também 5 elementos) estamos a usar o potencial energético do Número 5: Madeira, Fogo, Terra, Água, Metal.

<diatese1>

A MEDICINA DO N 8

DIÁTESES E OLIGOELEMENTOS CATALÍTICOS:

ANTES E DEPOIS DE MÉNÉTRIER

Lisboa, 20/11/ 1997 - Os temperamentos indicados pela Astrologia, conforme o planeta que rege o nascimento do ser humano, podem servir de base a uma terapia vibratória do terreno orgânico, ou seja, uma terapia de carácter estrutural ou constitucional.

Não se trata de atacar um caso agudo, um sintoma urgente, mas de tratar o terreno orgânico em profundidade, aquilo a que J. Ménétrier chamou diátese e que classificou em 5 variáveis : ( Ver ficha já elaborada).

Se escolhermos os «temperamentos planetários», referidos por exemplo, em Rudolfo Steiner e em Etienne Guillé, dispomos, pelo menos, de 7 variáveis, que são as 7 equivalências Metais/Planetas, inscritas na grelha dos metais ou, como lhe chama Etienne Guillé, «grelha personalizada».

A forma empírica de adequar o temperamento planetário (ou metálico) ao respectivo floral, poderá ser a seguinte:

2 - Um dicionário médico do século XIX, dá uma classificação empírica dos caracteres e sua alteração conforme a doença física que se verifica.

Mais do que simples curiosidade histórica ou peça de uma antologia do naif, esta antiga classificação pode prestar ainda bons serviços, pelas equivalências estabelecidas que o pêndulo de radiestesia holística pode ou não confirmar.

«Em certas doenças - diz o Dicionário - o carácter modifica-se:

3 - As diáteses estabelecidas por J. Ménétrier ( «Les Diathèses», Ed. Le François, Paris, 1958) pretendem reunir:

As diáteses podem, segundo Ménétrier, dividir-se em 4 grupos :

J. Ménétrier fala ainda de um «sindroma de desadaptação», que o qual poderia constituir mais uma diátese além das 4 indicadas.

4 - Os mecanismos térmicos de auto-regulação (termoregulador natural) desempenham um papel decisivo nas terapias de N8 como a oligoterapia, pela ligação holística que estabelece às calorias alimentares, por um lado, e às variações ambientais Quente/Frio, um binómio de energias que a medicina tradicional chinesa considera fundamental no equilíbrio energético do ser humano.

Uma coisa são as calorias ingeridas e outra coisa é o calor ambiente.

Comer pouco, diminuir calorias (temperatura interna) , reduzir toxinas, seriam três preceitos holísticos de uso constante em profilaxia alimentar.

A ciência situa o termostato orgânico no hipotálamo - zona do cérebro encarregada de adaptar o ser humano às variações térmicas ambientais.

Muito frio ou muito calor na atmosfera, é o hipotálamo que paga.

Calorias alimentares em excesso (ou em falta) vão alterar a capacidade metabólica de eliminação e, portanto, as defesas orgânicas que derivam directamente do metabolismo regular. Nem demais, nem de menos. Nem hiper nem hipofunção.

5 - À Oligoterapia poderia chamar-se «medicina funcional», como de facto lhe chamou J. Ménétrier, que publicou em 1955 um livro com o título « Introduction à la Médecine Fonctionnelle», Ed. Pacomhy, Paris, 1955.

De facto, no centro desta terapia típica do N8, colocam-se, não os órgãos, sintomas, afecções e lesões mas o mundo fluido das funções/disfunções.

É sobre este binómio funções/disfunções que se baseia a terapia pelos oligoelementos catalíticos.

Binómio que faz lembrar irresistivelmente o yin/yang da medicina tradicional chinesa ou o hipo/hiper da medicina ocidental.

É de funções/ disfunções, de yin-yang, de hipo/hiper que se fala quando, por exemplo, se estabelecem as 5 diáteses de J. Ménétrier, já referidas.

Corrigir as disfunções do metabolismo é, pois, o âmbito de acção dos oligoelementos.

6 -Além do mais, os oligoelementos participam do sistema enzimático do organismo:

Como enzimas que são, os oligoelementos funcionam pelo processo de catálise .

Possuindo a propriedade de acelerar a velocidade das reacções metabólicas, as enzimas em geral e os oligoelementos em particular, têm a característica essencial de se manterem intactas no fim da reacção.

O que aconselha um uso sempre moderado de oligoelementos.

Activar as reacções matabólicas (catabolismo ou degradação/ anabolismo ou bio-síntese) deverá conduzir à eliminação de compostos tóxicos residuais, que não foram eliminados pela insuficiência metabólica.

<diatese2>

SIMPLIFICAR PARA VIVER

(COM SAÚDE)

Lisboa, 1/5/1987 - A ciência em geral e a ciência médica em particular, ilustram, de maneira flagrante, a forma como a verdade pura e simples foi apropriada por um grupo de sacerdotes, chamados médicos, os quais, reivindicando o poder do saber, se fazem obrigatoriamente indispensáveis à maioria dos doentes que sofrem.

Assim, na dependência de ciências altamente especializadas e cada vez mais ocupadas com a parte da parte, sem uma visão holística e global do ser humano como ser cósmico - , se processa a secular escravidão do cidadão comum à casta de sacerdotes das «sagradas» instituições do poder estabelecido, que têm sobre ele poder de vida ou de morte.

2 - Todo o poder se constrói sobre uma especificidade de funções.

A Igreja Católica, Apostólica, Romana e a instituição científica ilustram bem o poder que se constrói sobre o monopólio de algumas verdades, com a desculpa de que são especializadas e só para especialistas.

Se a ciência ordinária em geral e a ciência médica em particular leva a análise a extremos de paroxismo e complicação, não é por acaso nem por necessidade intrínseca e lógica dessa mesma ciência.

É que quanto mais complicado for o processo, maior domínio uma minoria terá sobre esse processo e, portanto, mais alto preço cobrará aos consumidores que necessitarem dos serviços prestados em exclusivo por essa ciência.

3 - O investigador livre de ecologia humana deverá perguntar, antes de mais nada, se o status que se diz científico é eterno, inamovível e irreversível, ou se a investigação científica livre deverá começar por pôr em questão, exactamente, o que o poder científico já tem dado como abusiva e definitivamente adquirido.

No caso da ciência médica que nos impõem - só Deus sabe com que violência - , para que nos sirva de único padrão, o investigador livre colocará alguns postulados que lhe permitam avançar num caminho que seja independente em relação aos monopólios vigentes.

4 - Há indícios, mas indícios muito leves, do que é possível ao homem um acesso mais rápido, seguro e eficaz à liberdade, à saúde, à paz, ao auto-controle e à auto-suficiência do que o sistema estabelecido normalmente faz crer.

São as chamadas tecnologias leves em geral e tecnologias leves de saúde em particular.

Segundo esses indícios, e essas tecnologias, a felicidade estaria à mão de qualquer pessoa, sem ciências complicadas, nem cursos universitários, nem altíssimos preços a pagar. E qualquer pessoa poderia ter o poder de viver, o saber de viver, com um mínimo de informação básica.

E talvez a Segurança Social não estivesse sempre a insinuar que está em situação de bancarrota. Algumas mentalidades é que parece estarem, há muito, em bancarrota crónica.

5 - Há indícios - tecnologias alternativas de vida - mas esses indícios são ferozmente apagados onde quer que surjam, por sacerdotes e funcionários do poder científico estabelecido, classificados no quadro das utilidades públicas como investigadores, universitários, professores.

Na área do poder médico, a alopatia e seu cortejo de especialidades, de medicamentos aos milhares, de uma nomenclatura técnica que é a mais vasta de todas as nomenclaturas técnicas, indica não só a vantagem económica de complicar tudo como a vantagem política de tudo complicar.

Quem complica lucra. E lucra tanto mais quanto mais complica.

6 - Heresia será afirmar que a verdade é acessível, que está lá no seu trono natural, apenas à espera que as pessoas a toquem. Nesse dia, milhares de funcionários da complicação poderiam perder o emprego. E os lucros.

Entre estes funcionários da complicação, incluam-se também os praticantes de algumas medicinas ditas naturais, cujo poder religioso sobre o doente ( o consumidor )se constrói desse mito: a complicação, a inacessibilidade, a sofisticação tecnológica, o assistanato, a sintomatologia.

Interferir, agressiva e sistematicamente, com a célula viva, - na qual está toda a inteligência e sabedoria de que o ser humano precisa para viver e viver com saúde - pode ser o «pecado mortal» que de há muito contamina as chamadas ciências humanas em geral, nomeadamente a medicina, que levou a manipulação agressiva e sistemática a extremos verdadeiramente bárbaros e desumanos.

7 - O princípio sagrado dos taoístas - não agir - , referido no discurso ocidental quase sempre em termos caricaturais, ainda não foi minimamente compreendido e o ocidental encontra-se, enquanto o não compreender, em pecado mortal relativamente à lei cósmica ou ordem do universo.

O sábio japonês Fukuoka, no campo da produção agrícola, parece ter ajudado a desvendar o mistério de certos axiomas da sabedoria eterna. O não-agir aplicado à patologia humana é mais um dos avisos solenes que o investigador livre de Ecologia Humana terá de escutar, se quiser sintonizar a onda da verdade.

No cáos da filosofia europeia, o insólito trabalho de Henri Bergson continua a ser um desafio para o investigador livre. Que nos quis dizer Bergson, no meio da confusão chamada ciência?

8 - Terapêuticas metabólicas e alimentares, a montante do rio da vida, são um indício que ainda não foi interpretado neste contexto de simplificar para viver, viver para simplificar.

Germinados de grãos de cereal, produtos integrais e não quimificados, alimentos com fibras, lactofermentados, algas, sal integral, alimentos não conservados e não frigorificados (frescos da época) seriam, na lista desses afluentes a montante, algumas das condições sine qua non para conservar a vida e a saúde que Deus nos deu.

Mas é demasiado simples para ser (lucrativamente) científico...

9 - Se a medicina química faz tábua rasa destes factores sine qua non, a montante de todo o processo, se não olha para a causa e só vê o efeito, não admira que chegue aos extremos de complicação a que chegou e que, afinal, não será tão por acaso como isso.♫♫♫♫♫