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3084 caracteres <dia-18><agenda><cartas><adn><milenio>

LEMBRETE PARA CONFERÊNCIA PÚBLICA DO DIA 18/2/1995

Língua materna se chama ao Português. Eu diria que língua materna é a linguagem vibratória de base molecular recriada e ensinada por Etienne Guillé, 41 mil anos depois de se ter perdido com o afundamento de Mu.

Com a radiestesia, trata-se de aprender uma nova língua, tal como aprendemos o francês, o inglês, o alemão, o javanês ou mesmo o português. Com o Pêndulo, trata-se de aprender a nossa língua verdadeiramente materna, a linguagem primordial. A propósito, lembro que os cientistas descobriram que o gato tem 64 miados diferentes, o que lembra os 64 hexagramas do Y-Ching e os 64 tripletos do ADN da molécula da célula.

*

Segundo os ensinamentos da ciência oculta, a evolução da Terra é dividida em período chamados épocas. Até agora passaram quatro épocas, denominadas: Polar, Hiperbórea, Lemúrica e Atlante. A actual é chamada época Ária.

Max Heindel, in «Conceito Rosacruz do Cosmos»

*

(17/12/1994) Aos que confiam muito na memória e na acumulação de muitos conhecimentos e que julgam progredir pela quantidade de informação, devo dizer que a falta de memória me levou pessoalmente a prescindir o mais possível de me carregar por esse lado. E quando descobri que um dos trabalhos mais importantes, no acesso ao Continente perdido, em que fala Eienne Guillé, era «desfazer» as memórias (ver quadros das cassetes das memórias) fiquei lisonjeado e satisfeito. Vamos a ver se aquilo que foi o meu handicap, toda a vida, por escolas, exames e outros lugares de tortura, vai, finalmente, para a sossega e na minha calma reforma, ser uma vantagem.

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Se eu disser, a Radiestesia precisa de ti é o mesmo que dizer o Cosmos precisa de ti para evoluir. Por mais que isso nos custe admitir é esta, segundo Etienne Guillé, a responsabilidade do ser humano.

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Antes um bom técnico em radiestesia terapêutica, do que um mau doutor em medicina que mata.

*

Não são os novos arqueológos do realismo fantástico que têm que demonstrar que a Idade de Ouro existiu e o Continente Mu e a Atlântida. São os arqueólogos da arqueologia académica, os arqueólogos do contra, animados por Cosmos II, quem terá que demonstrar que a idade de Ouro nunca existiu.

E foi a partir de aqui, como calculam, que tudo começou a ser visto, compreendido, conhecido de forma invertida; ao contrário; de pernas pró ar.

Isto de andar a ter que provar a ignorantes que o progresso não está no futuro nem em 1995 mas nos anos 20.000 antes de Cristo, que o progresso se situou no passado e que há 41 mil anos que a decadência dura, e já é ditadura, tem de acabar. Este jogo do investigador livre sempre na contra-ofensiva é obsceno e pornográfico. Há que passar à contra ofensiva e mandar os arqueológos mais a sua arqueologia académica para o jardim zoológico de onde se evadiram da jaula dos macacos.

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(23/10/1994) O pêndulo trabalha no sentido de o dispensarmos. Para que todo o nosso ser (ou suporte vibratório) seja o pêndulo em ressonância vibratória com o Cosmos.

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Diagrama a Diagrama

LEMBRETE PARA CONFERÊNCIA PÚBLICA DO DIA 18/2/1995

Legenda para o diagrama das «memórias»:

- Sempre que na história dos povos surge a palavra «deuses», logo o observador contemporâneo, filho de racionalistas e positivistas, arruma esses povos e esses deuses com o rótulo de «superstição», colocando-os na fase a que Comte chamou de «promitiva». São assim os positivistas contemporâneos ainda sobreviventes: se pensarmos um bocadinho à revelia dos inquisidores posotivistas que ha séculos nos tirturam e estrangulam as nossas virtualidades de seres humanos, logo verificamos, deliciados, que os deuses afinal, especialmente nas civilizações de máximo esplendor ( hebraica, egípcia, hindu, mesopotâmica, celta, atlante e lemuriana), foram nomes (e formas) lindíssimos que os povos puseram às energias, a coisa mais física e material que há. Primitivos, de facto, são os racionalistas, materialistas, positivistas e outros macacos que teimam em andar misturados na espécie humana e que já passaram, há 3 ou 4 gerações, o prazo de validade.

Legenda para o diagrama do I Ching:

- Língua materna se chama ao Português. Eu diria que língua materna é a linguagem vibratória de base molecular recriada e ensinada por Etienne Guillé, 41 mil anos depois de se ter perdido com o afundamento de Mu.

Com a radiestesia, trata-se de aprender uma nova língua, tal como aprendemos o francês, o inglês, o alemão, o javanês ou mesmo o português. Com o Pêndulo, trata-se de aprender a nossa língua verdadeiramente materna, a linguagem primordial. A propósito, lembro que os cientistas descobriram que o gato tem 64 miados diferentes, o que lembra os 64 hexagramas do Y-Ching e os 64 tripletos do ADN da molécula da célula.

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«Segundo os ensinamentos da ciência oculta, a evolução da Terra é dividida em período chamados épocas. Até agora passaram quatro épocas, denominadas: Polar, Hiperbórea, Lemúrica e Atlante. A actual é chamada época Ária.»

Max Heindel, in «Conceito Rosacruz do Cosmos»

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(17/12/1994) Aos que confiam muito na memória e na acumulação de muitos conhecimentos e que julgam progredir pela quantidade de informação, devo dizer que a falta de memória me levou pessoalmente a prescindir o mais possível de me carregar por esse lado. E quando descobri que um dos trabalhos mais importantes, no acesso ao Continente perdido, em que fala Eienne Guillé, era «desfazer» as memórias (ver quadros das cassetes das memórias) fiquei lisonjeado e satisfeito. Vamos a ver se aquilo que foi o meu handicap, toda a vida, por escolas, exames e outros lugares de tortura, vai, finalmente, para a sossega e na minha calma reforma, ser uma vantagem.

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Se eu disser, a Radiestesia precisa de ti é o mesmo que dizer o Cosmos precisa de ti para evoluir. Por mais que isso nos custe admitir é esta, segundo Etienne Guillé, a responsabilidade do ser humano.

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Antes um bom técnico em radiestesia terapêutica, do que um mau doutor em medicina que mata.

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Legenda para o diagrama das memórias:

Não são os novos arqueólogos do realismo fantástico que têm que demonstrar que a Idade de Ouro existiu e o Continente Mu e a Atlântida. São os arqueólogos da arqueologia académica, os arqueólogos do contra, animados por Cosmos II, quem terá que demonstrar que a idade de Ouro nunca existiu.

E foi a partir de aqui, como calculam, que tudo começou a ser visto, compreendido, conhecido de forma invertida; ao contrário; de pernas pró ar.

Isto de andar a ter que provar a ignorantes que o progresso não está no futuro nem em 1995 mas nos anos 20.000 antes de Cristo, que o progresso se situou no passado e que há 41 mil anos que a decadência dura, e já é ditadura, tem de acabar. Este jogo do investigador livre sempre na contra-ofensiva é obsceno e pornográfico. Há que passar à contra ofensiva e mandar os arqueológos mais a sua arqueologia académica para o jardim zoológico de onde se evadiram da jaula dos macacos.

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(23/10/1994) O pêndulo trabalha no sentido de o dispensarmos. Para que todo o nosso ser (ou suporte vibratório) seja o pêndulo em ressonância vibratória com o Cosmos.

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2048 bytes <dia-dia><Dia-dia = folha geral de apontamentos (diário geral )>

Lisboa, 2/Outubro/1994

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2390 caracteres <dia-14><agenda>

Lembrete para dia 14 de Janeiro:

Não esquecer dia 14:

Teste para realizar no dia 14:

ALV, 112

Dia-dia = folha geral de apontamentos (diário geral )

Lisboa, 2/Outubro/1994

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2304 BYTES <dia13-II>

Elementos de Noologia

13 LEITURAS DE «BRAIN STORMING»

(CULTURA GERAL E DIVERTIMENTO )

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5248 bytes <dia13III>

Só para adeptos ( confidencial)

A MANHÃ DOS ATREVIMENTOS

Lisboa, 13/Abril/1997 - Vou preencher esta nossa manhã com alguns atrevimentos, em área reservada só a cientistas especialistas.

Autorizado pelos atrevimentos de Etienne Guillé, especialista na área da Biologia Molecular, ousarei também meter-me nesse labirinto, sem perceber nada de Biologia e apenas por amor à Radiestesia Holística.

Pressente-se, no entanto - algumas pessoas que fazem radiestesia, pelo menos, pressentem - que no Microcosmos do ADN estão contidos muitos dos segredos da vida e da morte. Desde que a leitura desse ADN, desse microcosmos, se faça holisticamente, à luz da Gnose Vibratória.

Um dos segredos que podem estar contidos nesse ADN pode ser o grande mistério do Cancro, que alguns consideram a única doença verdadeiramente doença.

Estudar Alquimia da Vida, estudar a Alquimia da Célula seria assim estudar os mecanismos energéticos do Cancro - e contribuir, em parte, não tanto para a sua cura mas para a sua profilaxia.

Há demasiados oportunistas a dizer que curam o Cancro, pelo que temos de ser prudentes e realistas. Ninguém cura ninguém. Cada um cura-se a si próprio. Eis um axioma ou postulado da lei universal que vem a propósito registar, para não esquecer.

E este postulado fundamenta todo o processo a que se poderá e deverá chamar «cura iniciática». Deepak Chopra chama-lhe «cura quântica».

Este atrevimento de falar sobre o ADN tem uma explicação óbvia.

Afinal o objectivo destes encontros é dar pistas seguras para que cada um encontre o seu próprio caminho, ajudar a que contornem os obstáculos, evitar que caiam em algumas ciladas e possam ganhar terreno na rota da eternidade sem que muitos macacos se vos atirem às pernas às dentadas (vide cenas eventualmente chocantes do dia 13 na Espiral).

Ou seja, a maior parte (e a parte mais importante) do processo (e do curso, se vier a concretizar-se) é vossa e convosco. Irão até onde quiserem e se quiserem.

O meu papel não é armar em mestre - que não sou nem quero ser - mas a ser um aprendiz que aprende com outros aprendizes da «grande obra» a arte de aprender.

Na melhor das hipóteses posso servir-vos de guia na Alquimia, base das 12 ciências sagradas. Nas outras ciências sagradas, deverá , cada um, escolhendo a que prefere, fazer rotas de estudo e pesquisa individual-colectiva.

É a proposta oportunidade que estes encontros pretendem oferecer.

Mas o atrevimento não consiste só nesta incursão em terrenos privados e exclusivos da grande ciência especializada.

A questão proposta - de formar instrutores em ciências sagradas - ultrapassa em atrevimento tudo o que a antiga musa cantou.

Queiram ou não os conhecidos atrasos de vida da nossa praça esotérica, é mesmo do que se trata: desmistificar a teoria do mestre e do discípulo, implantando o novo paradigma do auto-conhecimento. O que pode ser expresso por outro postulado da lei universal :

Ser mestre de si próprio

O papel do monitor, como vosso companheiro de viagem, é apenas ajudar a remover alguns obstáculos que se colocam à via iniciática, alertar para as possíveis ciladas, indicar os livros que são, de facto, importantes, a informação que é de facto relevante, num tempo em que só faltava o chafurdo da Internet para ficarmos literalmente soterrados de desinformação, a desinformação dos 4 M da nossa civilização dos 4 M, no poço do Virtual e no pesadelo das Entropias.

Se a perversão deste tempo-e-mundo (tempo imundo) consiste em fazer dos meios um fim, a verdade é que o trabalho iniciático consiste, em boa parte, em inverter essa inversão e pôr os meios no lugar dos meios e os fins no lugar dos fins. «Les tenants et les aboutissants» em que tanto fala a Patrice Kerviel.

Dado o desaforo a que chegámos, em matéria de ciências sagradas ou do sagrado, é o momento de ter o atrevimento suficiente de enfrentar essa vaga de inicuidades, tendo como bússola de navegação o pêndulo de radiestesia, pêndulo que, como já sabem, somos nós próprios.

Para navegar neste tempo de confusão e de Internet, só contamos, de facto, com nós próprios.

Por isso, o projecto «Alexandria 2000».