DR HANS NIEPER : CLÁSSICO DO SÉCULO XXI

INÉDITO DE AC EM OUTUBRO DE 2000

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1-15 <nieper-md-1-9> sexta-feira, 7 de Novembro de 2003

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A PESQUISA ORTOMOLECULAR

NA LINHA DA FRENTE DA NOVA NATUROLOGIA CIENTÍFICA

24/10/2000 - O termo «ortomolecular», por oposição a «toxicomolecular», é a palavra-chave da Nova Naturologia Científica para os anos 90, ano 2000 e seguintes.

A famosa aceleração da história, em que falam os ideólogos do progresso tecnológico, tem na evolução da naturologia científica (ou da ciência naturológica) o seu contraponto mais óbvio.

Esquematizando, podíamos dizer que, se a ideia ecológica, foi potencialmente dominante na década de 70, a ideia holística atravessou toda a década de 80 e os anos 90 foram de uma consciência em que a informação ortomolecular predominou.

Isto, ao nível das ideias e da história das ideias. Na prática e no plano dos factos, a maior parte destas ideias (redentoras...) ainda não «incarnou», ainda não tem expressão quotidiana na vida da maioria das pessoas, na saúde e na doença das pessoas.

Os lobbies da doença são demasiado poderosos e não se deixam facilmente vergar às ideias humanistas e redentoras. Mas há sempre quem, na linha da frente, lute contra a forte corrente dominante e tente realizar, contra a utopia tecnológica, a utopia ecológica.

Essa minoria de lutadores e militantes pode constituir o núcleo criador da nova naturologia, pesquisando em todos os sentidos possíveis para reunir informação dispersa (que o sistema propositadamente dispersa) e, principalmente, informação sistematicamente silenciada pelos poderes e lobbies para quem a doença e o sofrimento constituem fabulosa fonte de receita e astronómicos lucros (de que a famosa e anunciada bancarrota da segurança social é o monstruoso reverso da medalha).

Tudo vai dar aqui. Queiramos ou não, é no capítulo dos cifrões que a luta se verifica, não é no plano das ideias ou da razão. A doença é lucrativa, é altamente lucrativa e tudo o que for feito para promover e defender a saúde (a vida), mesmo simples conselhos alimentares, torna-se, no mínimo, suspeito e susceptível de perseguição mais ou menos encapotada. Ou então alvo de suborno e usurpação. Os lobbies da doença compram governos, e submetem-nos aos seus interesses.

O militante da Nova Naturologia (ou Naturologia Científica) , que é apenas um consumidor cansado e desiludido, não pode entrar nessa guerra de gigantes, onde seria esmagado sem dó nem piedade. À margem, apenas lhe compete fazer um trabalho silencioso e pacífico. Um trabalho de sapa, como se dizia noutros tempos menos tecnologicamente virtuais do que os actuais. Um dos livros de Joseph Lévy, ilustre representante em França da medicina ortomolecular, intitula-se precisamente « La Révolution Silencieuse de la Médecine» (Ed. du Rocher, Paris, 1988)

Investigando, pesquisando, reunindo informação que o sistema propositadamente dispersa (dividir para reinar!...)., conhecendo e dando a conhecer os pioneiros e autores da Nova Naturologia Científica - que são os autores do novo paradigma de civilização - , o militante da linha ortomolecular está a trabalhar pelo próximo futuro e pela sobrevivência in intremis possível da espécie, de todas as espécies vivas e do Planeta como sua morada.

Afinal, trata-se de globalizar a inteligência, de forma a contrabalançar a galopante globalização da estupidez em que estamos atolados.

Apurando, neste momento, a bibliografia auxiliar da pesquisa ortomolecular (linha de vanguarda da nova naturologia científica) obtemos alguns títulos fundamentais (ver a seguir file < nieper- 5 > ), que, por sua vez, poderão servir de ponto de partida para novas pesquisas no oceano imenso e turbulento da Internet, a que alguns preferem chamar lodaçal de merda, morte e mentira.

A questão da internet é que, virtualmente, asfixia a informação (que interessa) com a overdose de informação (que não interessa nem ao menino Jesus).

Não é muito provável, por exemplo, que os nomes de gigantes contemporâneos como Hans Nieper, Etienne Guillé, Michio Kushi ou André Voisin, estejam já na Internet. É caso para dizer: ainda bem que não estão, dada a tendência do sistema para desvalorizar a informação, banalizando-a. São os dois truques hoje em voga nos meios virtuais desta era virtual:

a) excesso de informação para matar a informação

e

b) banalização da informação para desvalorizar a informação.

Regra geral, silencia-se primeiro e banaliza-se depois.

Mas se Hans Nieper, Etienne Guillé, Michio Kushi e André Voisin - 4 gigantes, cada um a seu modo, da pesquisa ortomolecular, - ainda não se encontram na Internet, nomes mais mediáticos como o de Linus Pauling (Prémio Nobel da Paz e Prémio Nobel da Química), de certeza que já têm sites garantidos.

O pesquisador ortomolecular reserva-se um papel muito modesto, honesto e simples: mover-se no labirinto da confusão e do caos (também intencionais) , no mundo que a globalização da merda (eufemisticamente chamada poluição) , da morte e da mentira (os três M da «civilização» a que orgulhosamente pertencemos) mas onde a vida, o sagrado, o mistério e o maravilhoso terão cada vez mais o lugar a que têm direito como tiveram naquelas civilizações que verdadeiramente merecem o nome de civilizações.

Se metade da humanidade se alimenta de excrementos, há outra metade que se alimenta de espírito, embora não o saiba e sofra por essa ignorância.

A linha ortomolecular de pesquisa será uma das linhas fundamentais para a construção do novo mundo que, cosmicamente, é não só possível como necessário e inevitável.

Quer os canibais se assanhem ou não, quer os abutres fiquem ou não chatiados de verem minguada a sua refeição de carne morta e doente.

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AFLUENTES

DO GRANDE RIO ORTOMOLECULAR

Num apanhado rápido do conspecto histórico em que a Pesquisa Ortomolecular (POM) se inscreve , podemos e devemos - por gratidão à ordem do universo, como diria Michio Kushi - distinguir áreas que, no último século, contribuíram , decisivamente para chegarmos à nesga de esperança (a luz ao fundo do tenebroso túnel, como diria Mário Soares...) que apesar de tudo ainda brilha num tempo da história em que tudo, dos desastres nucleares às borradas Hip-Hop das paredes de rua, é deprimente, desencorajante e potencialmnte suicida, tudo aquilo, exactamente, que os jornais e telejornais todos os dias enfatizam.

E se não enfatizarem, ou mesmo enfatizando, entram em falência como aconteceu anedoticamente há um mês com a CNN, o canal televisivo-modelo para a manipulação catastrofista da catástrofe.

Salientam-se, nessa áreas, as seguintes que o novo word irá gentilmente alfabetar de A a Z:

Alquimia Alimentar (AA)

Alquimia da Célula ( AC)

Alquimia Tradicional ( AT)

Conservação e Protecção da Natureza (CN)

Corrente neo-hipocrática da medicina (NH)

Ecologia das Radiações Ionizantes (ER)

Ecologia do Cancro (EC)

Ecologia do Trabalho (ET)

Ecologia Humana (EH)

Epidemiologia (EP)

Geopatologia (GP)

Gnose Vibratória (GV)

Higiene Clássica (HC)

Medicina Eumetabólica e/ou Ortomolecular (MO)

Medicina Predictiva (MP)

Medicina Quântica (MQ)

Medicina Reparadora e Protectora (MR)

Medicina Vibratória (MV)

Medicinas do Terreno (MT)

Metabolic Medicine (MM)

Naturologia clássica e empírica (NC)

Naturo-vegetarianismo (NV)

Oligoterapia (OL)

Saúde Pública e Toxicologia Alargada - diariamente actualizada - ( SP e TA )

Trofoterapia naturo-vegetariana (TV)

Muitas destas correntes foram, do ponto de vista terapêutico, verdadeiramente revolucionárias na época em que surgiram. Mas o factor ambiente (exógeno e endógeno) - as famosas e famigeradas poluições, todos os dias acrescidas de novas, famigeradas e famosas poluições - fizeram com que essas correntes (nomeadamente as terapias alimentares) diminuíssem de eficácia e começassem a falhar, pois grande parte das novas e antigas doenças se agravaram com a degradação do ambiente.

Todos os dias há um novo micro-ondas, uma nova pílula contraceptiva, um novo telemóvel, uma nova vaca louca, um novo herbicida, um novo emissor de radiações, um novo medicamento químico, para alegrar as artes e letras mediáticas e para acrescentar, dentro em breve, mais algumas novas patologias à lista interminável das doenças do ambiente e do consumo, pomposamente chamadas «doenças da civilização» (???).

Foi aí que o «toxi-molecular» deu inevitavelmente lugar à ideia «ortomolecular», sua face oposta. Onde as outras terapias - alopática, homeopática e naturopática - eventualmente falharam, a medicina ortomolecular, partindo de uma análise ecológica do meio ambiente, pôde começar a exibir resultados espectaculares, como os livros de Hans Nieper, Joseph Lévy, Carl Pfeiffer, Pierre Gonthier, Serge Jurasunas, espectacularmente provam, com milhares de casos tratados em meio hospitalar e nem só. Diríamos que as novas patologias e as doenças tradicionalmente mais difíceis são a «especialidade» da medicina holística por excelência que é a medicina ortomolecular. (ver file <nieper-7)

Face ao poder terapêutico da medicina ortomolecular, a própria oligoterapia poderá ficar ultrapassada. Tal como, face à oligoterapia, pareciam ultrapassadas as medicinas empíricas ( trofoterapias) que tinham na alimentação a sua base de apoio e que foram, sem dúvida, revolucionárias para a sua época, para as necessidades da sua época e, principalmente, para as condições ambientais da sua época, constantemente agravadas, dia após dia, ano após ano, década após década.

Os primeiros a denunciar as carências dos alimentos refinados ( cereais, óleos de mesa e açúcar industrial) foram sem dúvida os autores da corrente naturo-vegetariana que, em Portugal, teve ilustres representantes em Indíveri Colucci e Fred Vasques Homem.

Para o inferno ambiental em que vivemos e as novas patologias dele decorrentes , a medicina ortomolecular pretende ser a resposta. E segundo tudo indica, está em vias de o conseguir. É claro que a convergência holística de todos os contributos parcelares e de todas estas correntes para o grande rio ortomolecular, está por fazer. O desafio do Centro de Pesquisa Ortomolecular vai no sentido de que se reunam os esforços de quantos, nessas diversas áreas, se empenharam ou têm uma actividade profissional.

A guerra permanente movida pelos lobbies da morte e da doença aos defensores da vida , tem, também, como finalidade, absorvê- los e asfixiá-los nessa luta sem lhes deixar margem de recuo para aprofundar a linha certeira de investigação que é a da nova naturologia científica.Os mídia, por seu turno, estão sempre mais interessados nas piruetas da virologia e da engenharia genética ( no novo viagra ou na nova pílula) do que nas descobertas de Ecologia Humana, Saúde Pública, Epidemiologia ou Toxicologia Alargada e actualizada.

De facto, todos os meses entram no mercado centenas de novos produtos químicos, sem falar das doenças que irão advir, em cascata, da invasão das células cerebrais pelos utilíssimos telemóveis (que se chamam, providencialmente, telefones...celulares) , espalhados em nome da grande comunicação e da grande circulação da informação.

Curiosamente, o ciclo perverso repete-se. Se a linha de vanguarda da Nova Naturologia Científica é o estudo da informação e contra-informação (a chamada eufemisticamente Poluição) em Biologia, ao nível mediático a barafunda é a mesma: informação (escassa) e contra informação (abundante) para continuar manipulando massas e defendendo interesses corporativos.

Assim como os médicos alopatas têm usurpado as naturoterapias, os naturoterapeutas deverão sentir-se com igual direito de usurpar os progressos da medicina ortomolecular, que em grande parte - e nos seus mais notáveis representantes - têm sido conseguidos à revelia (e por vezes em confronto aberto ) da ortodoxia médica, aquilo a que Hans Nieper chama a «medicina académica».

Dos grandes sistemas médicos hoje à disposição - medicina alopática, medicina tradicional chinesa e medicina homeopática - só a medicina da linha ortomolecular não foi ainda sistematizada, encontrando-se pulverizada em vários conteúdos e contributos, autores e correntes, disciplinas e especialidades, como acima se indica.

O projecto proposto pelo Centro de Pesquisa Ortomolecular pretende apenas começar o trabalho gigantesco (mas fascinante) de sistematizar, coordenar e «pôr em rede» as informações já hoje disponíveis. Informações para uma nova naturologia científica não faltam. São mesmo mais que muitas. O que falta é fazer a síntese holística de toda a matéria médica hoje disponível. (ver file <nieper-6> ) e criar o grande banco de dados da medicina do futuro que é já a grande medicina de hoje.

Note-se que, enquanto as escolas de naturologia em Portugal se mostram indiferentes ou completamente alheadas da corrente ortomolecular, são os laboratórios que produzem suplementos de medicina ortomolecular os que estão a promover e a divulgar a preciosa, necessária e urgente informação.

É de sublinhar o trabalho realizado pela Vajra - importadores exclusivos dos produtos Biolife - a quem temos de agradecer todos os esforços de promoção da linha ortomolecular.

Esta mensagem pretende ser uma forma de lhes dizer, também, obrigado.

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<nieper-3>

CARTA AOS AMIGOS

Nomes de amigos meus a quem enviei este pequeno manifesto para a pesquisa ortomolecular e a nova naturologia científica:

 

António Cardoso

António Oliveira Cruz

Armindo Caetano

Carlos Campos Ventura

Carlos Carvalho

Carlos Filipe Marreiros da Luz

Francisco Castro

Francisco Varatojo

Germinal de Matos

Guilherme Valente

João Manuel Dias Ribeiro Nunes

José Carlos Marques

José Furtado Mateus

Luísa Valdeira

Maria de Fátima Goulart Furtado da Luz

Maria Lucinda Tavares da Silva

Paulo Trancoso (director da revista «Ozono»)

Pires da Silva

Reinaldo Baptista

Vítor Cunha

Ainda que não espere uma resposta muito entusiática, acho que poderemos um dia trocar impressões sobre o futuro da naturologia. A julgar pelo que aconteceu quando me atrevi a transmitir a vários amigos a «boa nova» que era a notícia de Etienne Guillé e da sua gnose vibratória (a forma mais elevada e sublime da experiência ortomolecular) , a julgar pelo silêncio com que os amigos responderam às minhas mensagens, posso esperar exactamente o mesmo desta outra a que me atrevi, 6 anos depois da outra.

Tenho a perfeita noção de cair, mais uma vez, no ridículo mas não pude, mais uma vez, calar o que me vai na alma. É que, enquanto há vida, há esperança...

26/Outubro/2000

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<nieper-4 - - >

CRIADORES E EPÍGONOS

Nomes de autores que interessam à pesquisa ortomolecular e de que até agora tivemos conhecimento no Centro de Pesquisa Ortomolecular  (*) :

André Voisin

Araújo Ferreira

Bernard Jensen

Carl Jung

Deepak Chopra

Emilio de Paoli

Etienne Guillé

Fred Vasques Homem

Hans Nieper

Henri Laborit

Indíveri Colucci

Jacques La Maia

Joseph Lévy

Katherine Kousmine

Michio Kushi

Serge Jurasunas

Alguns destes nomes podem parecer estranhos numa lista de pesquisa ortomolecular, mas estamos à disposição para justificar o motivo porque os incluímos nesta lista. Para dar um exemplo, o nome de Carl Jung justifica-se pela sua obra «Psicologia e Alquimia».

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(*) Este é apenas um primeiro e pequeno contributo a uma lista de nomes mais exaustiva. Agradecemos, evidentemente, toda a informação que possa acrescentar-se a esta e que posteriormente se possa colocar à disposição de outros interessados, por meios de comunicação normais e antiquados ou - porque não? - através da Internet.

O file <nieper-5>, com a listagem da bibliografia existente no Centro de Pesquisa Ortomolecular, completa evidentemente esta lista de nomes, onde devem figurar os grandes criadores da ciência ortomolecular mas também muitos dos epígonos e divulgadores, onde honrosamente nos desejamos incluir.

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<nieper-5>

O ORTOMOLECULAR E O TOXICOMOLECULAR

BREVE BIBLIOGRAFIA (*)

Alguma bibliografia sobre Pesquisa Ortomolecular em geral e Medicina Ortomolecular em especial, existente no Centro de Pesquisa Ortomolecular:

Alain Reinberg - Os Ritmos Biológicos - Ed. Instituto Piaget - Lisboa, 1995 - 280 pgs

Ana Paula Ivo - Manual de Medicina Ortomolecular - Minerais - Aminoácidos - Vitaminas - Enzimas - Ed. Estampa - Lisboa, 1996 - 185 pgs

André Voisin - Suelo, Hierba , Cancer - Ed. Tecnos - Madrid, 1971 - 420 pgs

Anthony J. Satillaro - Rappelé a la Vie - Une Guérison du Cancer - Ed. Calman - Lévy - Paris, 1983 - 250 pgs

Artur R. Teixeira - Mitocôndrio e Metabolismo Respiratório - Ed. Didáctica - Lisboa, 1980 - 260 pgs

Aveline Kushi e Wendy Esko - The Macrobiotic Cancer Prevention Cookbook - Ed. Avery Publishing Group - New York - 170 pgs

Benjamin F. Miller e John J. Burt - Salud Individual y Colectiva - Ed. Interamericana - México - 1973 - 500 pgs

C.L. Kervran - Transmutations a Faible Energie - Ed. Maloine - Paris, 1972 - 380 pgs

C.L. Kervran - Transmutations Biologiques en Agronomie - Des Exemples de Travaux Pratiques pour Laboratoires - Ed. Maloine - Paris, 1970 - 120 pgs

Carl C. Pfeiffer e Pierre Gonthier - Equilibre PsychoBiologique & Oligo- Aliments - Les Enseignements du Brain Bio Center de Princeton - Ed. Equilibres - Flers (França) - 1988 - 515 pgs

Deepak Chopra - Criando Saúde - Ed. Dinalivro - Lisboa, 1990 - 245 pgs

Deepak Chopra - Cura Quântica - Ed. Difusão Cultural - Lisboa, 1990 - 270 pgs

Elinor Levy e Tom Monte - Os Mandamentos do Sistema Imunológico - Ed. Ground - São Paulo, 1998 - 324 pgs

Elizabeth Somer - Cancro e Nutrição - Ed. Marujo - Lisboa, 1988 - 80 pgs

Emilio de Paoli - O Poder Curativo dos Metais - Edições 70 - Lisboa, 1991 - 127 pgs

Etienne Guillé - Le Langage Vibratoire de la Vie - L'Alchimie de la Vie II - Ed. du Rocher - Paris, 1990 - 388 pgs

Etienne Guillé - L'Énergie des Pyramides et L'Homme - Ed. L'Originel - Paris, 1989 - 410 pgs

Etienne Guillé - L'Homme entre Ciel et Terre - Ed. L'Originel - Paris, 1994 - 510 pgs

Etienne Guillé et Christine Hardy - L'Alchimie de la Vie - Biologie et Tradition - Ed. du Rocher - Paris, 1983

F.A. Gonçalves Ferreira - Moderna Saúde Púbica - Ed. Fundação Gulbenkian - Lisboa, 1982 - 1500 pgs

Flavio Zanatta - Macrobiótica - As Bases Científicas - s/d - 155 pgs

Hans Nieper - Medecine Eumetabolique - Fotocópias de artigos de e sobre Hans Nieper

Hans Nieper - Révélation en Médecine et Santé - Ed. Office International de Librairie - Bruxelles - 1993 - 315 pgs

Helen Feeley - Trabalhar Diante de um Écran - Ed. Verbo, - Lisboa, 1987 - 135 pgs

Hugues Gounelle de Pontanel e Claude- Pierre Giudicelli - Protecção da Saúde - Higiene e Meio Ambiente - Ed. Instituto Piaget - Lisboa, 1995 - 430 pgs

Inge Hofman - Defenda-se de Doenças - Substâncias que Fortalecem o Sistema Imunitário - Ed. Círculo de Leitores - Lisboa, 1998 - 160 pgs

Ivan Illich - Limites para a Medicina - Ed. Sá da Costa - Lisboa, 1975 - 210 pgs

J. A. de Loureiro - Biologia de la Imunidad - Ed. Cientifico-Médica - Barcelona, 1947 - 85 pgs

J. N. Kenyon - Medicina «Siglo XXI» - Ed. Norma, SA - Lisboa, 1993 - 170 pgs

Jacques La Maya - La Médecine de l'Habitat - Comment détecter et neutraliser les ondes nocives pour retrouver mieux-être et vitalité - Ed. Dangles - Saint- Jean de Braye - 1988 - 560 pgs

Jacques Miermont - Ecologia das Relações Afectivas - Para um Paradigma Ecossistémico - Ed. Instituto Piaget - Lisboa, 1996 - 360 pgs

Jacques Ruffié - O Nascimento da Medicina Preditiva - Ed. Instituto Piaget - Lisboa, 1995 - 480 pgs

James S. Gordon - Manifesto da Nova Medicina - A Cura Através de Terapias Alternativas - Ed. Campus, 1998 - 340 pgs

Jean Carper - Curas Milagrosas - Ed. Campus - Rio de Janeiro, 1998 - 270 pgs

Jean-Marie Bourre - A Dietética da Performance - Ed. Instituto Piaget - Lisboa, 1997 - 260 pgs

Jean-Marie Bourre - Comida Inteligente - Ed. Gradiva - Lisboa, 1993 - 320 pgs

Joseph Lévy - La Révolution Silencieuse de la Médecine - Ed. du Rocher - Paris, 1988 - 290 pgs

Linus Pauling - Como Viver Mais e Melhor - O que os Mèdicos não dizem sobre a sua saúde - Ed. Best Seller - São Paulo, 1988 - 400 pgs

M. Luisa Galhardo - Mecanismos Homeostáticos - Ed. Replicação - Lisboa, 1988 - 205 pgs

Marcia Starck - Manual Completo de Medicina Natural - Ed. Estampa - Lisboa, 1993 - 393 pgs

Maria Manuela Araújo Jorge - Da Epistemologia à Biologia - Ed. Instituto Piaget - Lisboa, 1994 - 290 pgs

Maurice Vernet - Équilibres et Déséquilibres Biologiques - Ed. G. Doin - Paris, 1954 - 278 pgs

Max de Caccatty - Comunicações Celulares e Comunicações Humanas - Ed. Instituto Piaget - Lisboa, 1996 - 255 pgs

Michael Hamm - Proteger a Saúde com Frutas e Legumes - Ed. Círculo de Leitores

Michel Lamy - A Inteligência da Natureza - Ed. Instituto Piaget - Lisboa, 1994 - 200 pgs

Michel Rémy - La Bataille du Cancer - Ed. «La Vie Claire» - Montreuil, 1970 - 195 pgs

Michio Kushi - The Macrobiotic Approach to Cancer - Ed. Avery Publishing Group - New York, 1991 - 175 pgs

Michio Kushi /Alex Jack - The Cancer Prevention Diet - Ed. St. Martin's Press - New York - 1983 - 460 pgs

Michio Kushi e Edward Esko - The Philosopher's Stone - Ed. One Peaceful World Press - Becket, Massachusetts - 1994 - 95 pgs

Monique Couderc - Eu Venci o Meu Cancro - Ed. Via - Lisboa, 1979 - 165 pgs

Musarella e Jacquemart - Alimentação, Poluição e Habitat - Ed. Instituto Piaget - Lisboa, 1996 - 400 pgs

Nyoiti Sakurasawa-Oshawa - O Câncer e a Filosofia do Extremo Oriente - Ed. Associação Macrobiótica de Portalegre, s/d - 93 pgs

Oliver Sacks - O Homem que Confundiu a Mulher com um Chapéu - Ed. Relógio d' Água - Lisboa, 1985 - 290 pgs

Pierre Vachet - Las Enfermedades de la Vida Moderna - Ed. Labor, - Barcelona, 1967 - 165 pgs

Ragnar Rylander e Isabelle Mégevand - Introdução à Medicina do Ambiente - Ed. Instituto Piaget - Lisboa, 1995 - 215 pgs

Raymond Dextreit - O Cancro - Ed. Itau - Lisboa, s/d - 100 pgs

Robert B. Stone - La Vida Secreta de las Células - Ed. EDAF - Madrid, 1992 - 237 pgs

Robert Goldman - A Saúde do Cérebro - Ed. Campus - Rio de Janeiro, 1999 - 320 pgs

Roger de Lafforest - Casas que Matan - Barcelona, 1976 - 170 pgs

Ruth Jochems - A Cura do Câncer pela Dieta e Terapia do Dr. Moerman - Ed. Ground - São Paulo, 1990 - 80 pgs

Serge Jurasunas - Le Germanium - Una réponse au Cancer et au Sida - Ed. Aquarius - Geneve, 1989 - 296 pgs

Serge Jurasunas - Le Lapacho et le Cancer - Ed. Miva - Neuheim - 1989 - 101 pgs

Serge Jurasunas - Revolução na Saúde - Ed. Natipress - Lisboa, 1997 - 610 pgs

Suzanne e Pierre Déoux - Ecologia é a Saúde - Ed. Instituto Piaget - Lisboa, 1996 - 560 pgs

Ted Andrews - Manual dos Novos Médicos - Ed. Estampa - Lisboa, 1996 - 250 pgs

Wilhelm Reich - La Biopathie du Cancer - Ed. Payot - Paris, 1975 - 385 pgs

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(*) Esta lista bibliográfica inclui alguns títulos da linha «toxicomolecular», como termo contrário da linha ortomolecular. Se juntarmos a esta breve bibliografia, as listas bibliográficas de cada um dos títulos existentes, teremos um bom ponto de partida para quem queira pesquisar a nova naturologia científica, viajando ou não na NET.

A vastidão dos itens que convergem na «constelação ortomolecular» faz desta matéria um sistema médico completo e autónomo, exigindo escolas ou cursos a ela exclusivamente dedicados. A partir daqui, os que tiverem espírito de pesquisa e não tiverem receio de se meter no lodaçal da NET, poderão tentar encontrar agulha em palheiro, ou seja, a informação ortomolecular e toxicomolecular que, feliz ou infelizmente, continua a ser tabu, quer nas escolas médicas ortodoxas, quer entre os bem pensantes dos mídia, quer mesmo entre os adeptos das medicinas naturais.

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<tese-12 - -> <nieper-6 - ->

A INFORMAÇÃO EM CIÊNCIAS DA VIDA

E O MUNDO VIBRATÓRIO

A TESE PÓSTUMA DE AFONSO CAUTELA

PARA A SUA PRÓXIMA INCARNAÇÃO

FILES AC

PARA A PESQUISA ORTOMOLECULAR:

Files novo word da linha ortomolecular contidos na pasta «Ortomolecular-files»:

aaaa-1-- *

aaaa-2-- *****

abcabc2--*

act-1

adccb-1--

adeg-1

adpt-1--

adtac-amboat--*

alexa

alineass

ambpat

anatomia

areaunif--*

arvore

autot

az-adn

bfvv

biblio

binario

biocidas

biocidio

biologia

brown-1--

bruxela-0--*

cancer

cancro74

capa---26

catalogoa

cd1-0--

cdi

cerco

cercoo

chopra-1--*

colera

couderc

crise-10*

da

da-13

da-8

dcm87-5

ddo

deepak-1--*

dgcs-1--

diagra-1-- *

diatese

eaa-0-- *

eac-

eg

ehvv

eliade

enxaque

episte

estudos avançados

farma

fb

fb-4

feeley

ferias

forest

forest-4

fsr-3 * (file catálogo importante com listagem de sal e sais - chave da alquimia alimentar

gdt

germano*

gm-

guille

guille1-

guille-7

holmy

karma-3 *

kousmine

ladf

lsaem

lsp

maschi

metasts

mimi

mioma

n&n

ne

nieper

nio

nio-5

niper- *****

novop

np-5

orto

panaceia

papus

pc

pergun

pnio

psilva-1--

quantas

reich

reinaldo2--*

ribeiro

romolo

ruffie

sadoul

sadoul2

sall

sdeh

sea

semant-1

shen

silva

sol

stone

tame

tese

tnc

toth

trabalho

ttm

 

BIBLIOGRAFIA DOMÉSTICA

Opúsculos AC - «Condições Ecológicas para uma Política de Saúde», 1974

CPT, 20 e 27/6/1987

O Cancro alimentar - inéditos e publicados - 1984 - ver datas AC

Contaminação radioactiva - Inéditos e Publicados - 11/4/1985 - ver datas AC

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<nieper-7 - - ->

A RESPOSTA ORTOMOLECULAR

ÀS DIVERSAS PATOLOGIAS

Indicamos a seguir, de A a Z, uma lista das patologias e/ ou sinais sintomáticos, que se encontram compendiados nas obras de Nieper, Pfeiffer, Lévy e Jurasunas, e para os quais a perspectiva ortomolecular ou, pura e simplesmente, a soi disant medicina ortomolecular tem conseguido curas surpreendentes:

Abcessos e quistos

Acantose

Acidose diabética

Acne

Acrodermite enteropática

Adenoma da próstata

Alcoolismo

Alergias

Alergias respiratórias

Alucinações

Amenorreia

Anemia

Anemia ferribriva

Anemia hemolítica

Anemia hipocrómica

Anemia megaloblástica

Anemia perniciosa

Angina

Angina de peito e enfarto

Anorexia

Anorexia mental

Apendicite

Aritmia cardíaca

Arterioesclerose

Artrite

Artrite reumatóide

Artrose

Ascite

Asma

Astenia

Astenia muscular

Ateroma ou aterosclerose

Atonia muscular

Atrofia óssea

Autismo

Baço doloroso

Bériberi

Bexiga frágil

Bronquite crónica

Bulimia

Cabelos e unhas frágeis

Cãibras

Calcificação

Cálculos biliares

Cálculos renais

Cancro

Cárie dentária

Catarata

Catatonia

Celulite

Cheroftalmia

Cicatrizações lentas

Circulação do sangue perturbada

Cirrose do fígado

Colite muco-ulcerosa

Colostomia

Coma

Conjuntivite

Convulsões

Coriza

Crescimento retardado

Degenerescência ocular

Deglutição difícil

Dentição tardia

Depressão nervosa

Depressão post-parto

Dermatose

Descamação da epiderme

Desidratação

Desmineralização

Desnutrição

Diabetes mellitus

Diarreia

Disquinésia

Diverticulose do cólon

Dores e quistos mamários

Eczema

Eczema alérgico

Edema alcoólico

Encefalopatia

Enfarto

Enfisema

Envelhecimento

Epilepsia

Esclerose em placas

Escorbuto

Espasmofilia

Espasmofilia tetânica

Espasmos

Espondilite

Esquizofrenia

Estado de choque

Esteatose hepática

Esterilidade

Fadiga

Fibroma uterino mamário

Fonofobia

Formigueiros

Fotofobia

Fraqueza muscular

Gengivite

Glaucoma

Gota

Gripe

Hemorroides

Hepatite viral

Herpes

Hipercolesterolemia

Hiperestesia

Hiperhistaminémia

Hiperkinésia

Hipertensão arterial

Hipertiroidismo

Hipocalcemia

Hipocondria

Hipoglicemia funcional

Histadélia

Histaminopénia

Impotência masculina

Infecções repetitivas

Insónia

Instabilidade emocional

Insuficiência genital masculina

Joelhos dolorosos

Leucemia

Líbido fraco

Lumbago

Lúpus eritematoso

Magreza esquelética

Menopausa

Miastenia

Micoses

Miopatia

Miopatias por défice de carnitina

Mononucleose infecciosa

Náuseas

Nevrite

Nevrite

Níveis de carnitina reduzidos pela hemodiálise

Obesidade

Obstipação

Obstrução Nasal

Ossos frágeis

Osteoporose

Palidez

Palpitações

Parkinson

Pele seca

Perda de cabelo

Pirroluria

Pontos brancos nas unhas

Propensão para a droga

Psoríase

Pulso rápido

Regras irregulares

Resfriados frequentes

Rugas

Salivação abundante

Senilidade precoce

Sensação de frio

Sida

Síncope

Sobrecarga cerebral

Sobrecarga física

Sonolência

Surdez

Tabagismo

Tetania

Tiroidite de Ashimoto

Tosse

Toxicomania

Transpiração

Tuberculose

Tumores

Úlcera esófago-gástrica

Úlceras gástricas e duodenais

Urticária

Vegetações nasais

Vertigens

Virus

Vitalidade diminuída

Vitiligo

Vómitos

(*) O que desde logo ressalta desta lista é o largo espectro de patologias a que a perspectiva ortomolecular dá resposta, das doenças agudas e leves às crónicas e difíceis, das infecciosas às degenerativas, das doenças clássicas às novas doenças da civilização.

É também no âmbito deste amplo quadro de patologias que o contributo informativo do Centro de Pesquisa Ortomolecular fica, em princípio, disponibilizado.

Aos médicos e terapeutas interessados, sugiro que façam também uma listagem das patologias que lhes surgem com maior frequência e, principalmente, aquelas com as quais os outros grandes sistemas médicos - alopatia, medicina tradicional chinesa e homeopatia - possam não conseguir resultados satisfatórios.

Uma certeza nos fica deste quadro e da vastidão de patologias que, infelizmente, nesta época de tantos progressos médicos (???) se verificam: nenhum médico ou naturoterapeuta, por mais genial que seja, consegue responder a todas elas. Pelo que se impõem duas alíneas:

a) O trabalho em equipa , proposto neste projecto, é indispensável, necessário e urgente;

b) A rede Net pode constituir um estupendo meio de intercomunicação, ampliando as possibilidades de trocar informações e provando assim que o progresso tecnológico sempre serve para alguma coisa de relevante.

E que a era do virtual não é, pura e simplesmente, a era do Nada.

+

<nieper-8>

 

FACTORES AMBIENTAIS

DE CARÊNCIAS VITAMÍNICAS E MINERAIS

Entre os factores de ambiente que concorrem para a destruição das principais vitaminas, Hans Nieper enumera os seguintes:

Açúcar refinado

Álcool

Antibióticos

Café

Excesso de ferro

Falta de exposição ao sol

Má qualidade de ácidos gordos

Óleos de mesa rançosos

Óleos minerais

Parafina (grão do café)

Pílula contraceptiva

Stress

Tabaco

Entre as causas de carência de minerais, predominam as seguintes :

Álcool

Antibióticos

Défice em ácido clorídrico

Diuréticos

Excesso de açúcar

Falta de exercício

Hemorragias

Laxativos

Stress

Tabaco

Além destas causas ambientais que já foram detectadas, outras poderão vir a ser descobertas, até porque todos os dias aparecem novos factores de agressão ambiental.

Seguindo Hans Nieper, recapitulamos, uma a uma, as vitaminas que são destruídas por causas de ambiente alimentar ou estilo de vida e comportamento:

Vitamina A

Álcool

Tabaco

Café

Excesso de ferro

Parafina (grão do café)

Vitamina B6

Álcool

Café

Tabaco

Açúcar refinado

Antibióticos

Pílula contraceptiva

Vitamina B11(Carnitina)

Má qualidade de ácidos gordos

Vitamina D

Óleos minerais

Falta de exposição ao sol

Vitamina E

Óleos minerais

Óleos de mesa rançosos

Pílula contraceptiva

Antibióticos

Bioflavenoides

Tabaco

Álcool

Excesso de açúcar

Pílula contraceptiva

Stress

Causas que expoliam os minerais do organismo:

 

Cálcio

Stress

Falta de exercício

Falta de vitamina D

Défice em ácido clorídrico

Ferro

Excesso de zinco

Excesso de fósforo

Hemorragias

Magnésio

Stress

Álcool

Tabaco

Excesso de açúcar

Antibióticos

Sódio

Diuréticos

Laxativos

Entre os factores de ambiente que expoliam do organismo sais e vitaminas, eis os que surgem com maior frequência nas listas de Hans Nieper:

Açúcar refinado - 2

Álcool - 4 vezes

Antibióticos - 3

Café - 3 vezes

Excesso de ferro - 1

Falta de exposição ao sol - 1

Má qualidade de ácidos gordos - 1

Óleos de mesa rançosos - 1

Óleos minerais - 1

Parafina (grão do café) - 3

Pílula contraceptiva - 3

Stress - 3

Tabaco - 4 vezes

O que dá para fazer outro e elucidativo reordenamento, dos mais frequentes para os menos frequentes:

4 - Tabaco

4 - Álcool

3 - Stress

3 - Pílula contraceptiva

3 - Parafina (grão do café)

3 - Café

3 - Antibióticos

2 - Açúcar refinado

1 - Óleos minerais

1 - Óleos de mesa rançosos

1 - Má qualidade de ácidos gordos

1 - Falta de exposição ao sol

1 - Excesso de ferro

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ANEXOS

Em complemento desta mensagem aos amigos, deixo o texto de uma carta que, em 23/1/1999, escrevi ao jornal «Público», a propósito das declarações do dr. Germano de Sousa, que chamava «obscurantistas» a todos os defensores das medicinas naturais.

Escusado será dizer que a carta não foi publicada no «Público», para onde seguiram cópias, por duas vezes. ■